segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Bons frutos da comunhão na mão - Mulher dá eucaristia para cachorro e é excomungada

Eis ai mais um fruto daquelas práticas inseridas a revelia da Tradição, com anuência de bispos e Papas incapazes de combater os maus costumes. Recomendamos vivamente ao sacerdote em questão que, se deseja eficazmente combater sacrilégios como esses, instale em sua paróquia as mesas de comunhão e, seguindo o exemplo de Bento XVI, ofereça a comunhão apenas de joelhos e diretamente na boca - uma prática 100% eficaz contra sacrilégio, testada pela sabedoria da Igreja ao longo dos séculos!


(Ancoradouro) Um ato de sacrilégio aconteceu neste domingo, dia 10,  na Comunidade de São Francisco de Assis e Santo Expedido, em Praia Grande, na baixada santista. Uma mulher, ao receber a eucaristia das mãos do ministro extraordinário da Comunhão coloca-a imediatamente na boca de seu cachorro.



Depois de excomungada mulher posou para fotos com o cachorro.

A notícia correu pelas redes sociais. Padre Joseph Thomas Puzhakkara conversou com o ANCORADOURO por telefone. ” Quando a ministra da eucaristia deu a comunhão, a mulher não a quis receber e imediatamente a deu para a cachorra. Eu chamei a atenção e  comuniquei que ela estava excomungada da Igreja Católica”.

De acordo com informações da fiel Silmara Vasconcelos que esteve presente na missa,  ”Toda a Igreja ficou em absoluto choque, assustada, pasmada, alguns caíram em lágrimas, com tal aberração e falta de respeito”. Segundo Silmara, a mulher fez confusão desde o início da missa até conseguir colocar o cachorro assentado em um banco da Igreja. Após o episódio a mulher continuou na Igreja e ainda fez poses para fotos.

A sanção é prevista no Código de Direito Canônico no inciso 1367. “Quem expele por terra as espécies consagradas  ou as leva ou retem com uma finalidade sacrílega, incorre em excomunhão latae sententiae [automática]*  reservada a Sé Apostólica”. Apenas a Santa Sé pode revogar a pena.

Contudo, a preocupação do padre se deu no momento seguinte. Ao Blog ele confidenciou: "Após o ocorrido, uma senhora entrou na sacristia e me disse que fazia a mesma coisa, pegava pedaços da eucaristia e a dava ao cachorro”. Como a sentença de excomunhão, nestes casos é automática, o sacerdote também comunicou à mulher “que era um sacrilégio e só o papa poderia perdoá-la”.

O sacerdote passou a fazer catequeses nas missas e meios de comunicação explicando que o absurdo não é possível. ” É o fim do mundo”, classificou o padre. A igreja fica em uma região praiana. “Já tínhamos os cuidados para evitar sacrilégios com eucaristia em missas negras e outros cultos demoníacos. Agora tem mais essa”, lamentou o padre.

5 comentários:

Paulo disse...

SATÃ ESTÁ FURIOSO; RESTA-LHE POUCO TEMPO!
A cada momento surge uma nova ocorrencia de apostasia, sendo esse diabólico fato um motivo a mais para se acabar com o sistema de recepção da S Comunhão nas mãos e de pé, mas voltar ao sistema anterior, de joelhos e a receber na boca, também por causa dos fragmentos que caem no chão de pessoas distraídas ou incautas - que profanação, pisar em Deus(!) - e se evitarem outros tipos de abusos, como falsamente a colocar na boca e a levar para cultos satânicos.
Sabemos que o diabo tem predileção especial pelas partículas consagradas!
Lutemos para nossa que hierarquia compreenda dos riscos a que todos se expõem, revogue as disposições atuais da S. Comunhão nas mãos e de pé, não nos omitindo em tão grave situação

Anônimo disse...

Pela roupa desta imbecil,constatamos a sua profunda catolicidade.

O primeiro absurdo foi ter permitido ela entrar na Igreja com o cachorro.

Anônimo disse...

Caso o Santo Padre revogar a excomunhão, esta dona deveria passar por dois tratamentos: o espiritual com a Santa Igreja e o psicológico, com um psicólogo sério e católico. Vai ser jegue lá na China!!!

Marcos disse...

Olá, vai voltar o blo?. Seus comentários são bem bons. Salve Maria.

Anônimo disse...

Informe de Roma revela suciedades del Seminario Mayor Nacional de Asunción
Se filtró a la web en copia escaneada. Señalaba en 2008 graves deficiencias en materia sexual, mal ejemplo de sacerdotes, carencia de hábito y método de estudio, de lectura y de comunicación en castellano y hasta de profesores de filosofía en el Instituto Superior de Teología. Criticaba la ideologización de la “teología de la liberación”. La CEP no habría querido reconocer la existencia de estos problemas.
http://realidadcatolica.blogspot.com/2014/09/informe-de-roma-revela-suciedades-del.html

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