(Ancoradouro) - O baiano Yuri Tripodi escolheu a catedral de São Paulo, a maior arquidiocese do país para fazer um ato de profanação definido por ele como performance, na última sexta-feira, dia 18.
Envolvido em um tecido preto deixando à mostra suas partes íntimas, o vândalo posicionou-se nas calçadas da catedral e no corredor principal ultrajando a fé dos frequentadores do espaço sagrado e da população católica de um modo geral.
Yuri se disse surpreso com a reação de indignação das pessoas que usaram o facebook para manifestar sua insatisfação.
***
Eis como a lógica dos ditos "progressistas" e tolerantes funciona. Eles profanam e, numa inversão doentia, se dizem ofendidos. Algo similar aconteceu em La Plata, como reportamos aqui, e estão se tornando comum em todo o mundo.
No perfil desse "artista", se lê os comentários:
A estratégia de ataque é essa: eles atacam e, quando são criticados por pessoas de bom senso, se dizem vítimas de homofobia, de perseguição sexual e, então, apelam aos "poderes que valem", leia-se a imprensa pró-gay.
As fotos do "artista" foram denunciadas pelo Facebook e os seus "seguidores" já estão falando em censura. Esquecem-se que existe crime contra a liberdade religiosa, contra profanação de culto, etc. Recomendo que os leitores também se posicionem e denunciem a imagem. É claro que ela não vai sair de circulação, nem sumir da rede, mas é uma mensagem clara aos seus autores. Clique aqui.
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
domingo, 13 de julho de 2014
Errar é humano, insistir no erro é burrice mesmo. Francisco concede outra entrevista a Eugenio Scalfari.
E aconteceu de novo. Papa Francisco resolveu conceder mais uma entrevista ao periódico italiano "La Repubblica", comandado pelo ateísta Eugenio Scalfari.
Na última empreitada, ainda no ano de 2013, portanto o primeiro do seu pontificado, Francisco se aventurou no universo das entrevistas com Scalfari e o resultado foi confusão espalhada por todos os lados. Acontece que, depois de confirmado o estrago, o porta-voz da Santa Sé, o oficioso Frederico Lombardi, anunciava que a entrevista se deu não através da reprodução de relatos precisos do Papa, mas com texto livre publicado de memória de Scalfari. Alguns dias depois o próprio Scalfari afirmava que ele podia ter, digamos, colocado algumas palavras na boca do Papa...
A primeira entrevista foi ruim e foi um erro. A credibilidade de Scalfari saiu ligeiramente prejudicada, sobretudo por ser um jornalista veterano. Francisco, contudo, resolveu conceder outra entrevista a Scalfari, que foi publicada hoje. E se a primeira deixou todo mundo confuso, esta nos deixa perplexos.
Na nova entrevista - que na minha opinião é infinitamente mais danosa à Igreja que a primeira - Francisco teria afirmado que:
2% do clero é composto por pedófilos, ou seja, se a sua diocese tiver 100 padres, pelo menos dois deles são pedófilos. Reze para estar na paróquia certa!
A gravidade de tal afirmação é sem precedentes, como tudo neste pontificado. Afirmar num jornal, sobretudo num jornal comandado por um ateísta muito criativo, que 2% do clero é composto por pedófilos é colocar em contestação todos os padres do mundo, abalando a confiança que se tem no clero. Como um paroquiano poderá olhar para o seu sacerdote depois do Papa lhe dizer que ele pode ou não ser um dos 2%?
E, imediatamente, Pe. Lombardi afirmou:
Como o esclarecimento de Pe. Lombardi não nega, nem desmente, muito menos corrige, podemos assumir que a afirmação, em essência, é verdadeira. 2% dos padres são pedófilos, inclua-se bispos e cardeais. Os outros 98% ou são inocentes ou são cúmplices, você escolhe. Como não se desesperar com isso?
Admitamos que o número seja correto e 2% do clero realmente esteja envolvido nesse crime horrível. Como tratar o problema? Certamente não através de entrevistas em jornais... Este Papa demonstra uma total - TOTAL - incompetência gerencial.
A punição seria mais fácil se esses 2% estivessem ligados direta ou indiretamente com um "cripto-lefebvrismo". Creio que a punição lhes cairia como um raio, com força devastadora.
O problema da pedofilia no clero existe e ninguém nega. É um problema que precisa ser resolvido na base, com boa formação dos seminaristas. É visível que muitos desses seminaristas de hoje são afeminados demais para o sacerdócio. E pelo que tenho visto - e vi muito - de seminaristas, posso dizer que esses 2% se tornarão 10% em alguns anos.
De qualquer forma é preciso registrar a perplexidade com a entrevista. Francisco tem um dom natural para escolher amigos entre os mais ferozes inimigos da Igreja, sem, é claro, convertê-los. Se na doutrina, por força do cargo e em situações muito específicas, ele é infalível, em todo o resto vem demonstrando não só falibilidade aguda, mas reincidente.
Rezemos!
Na última empreitada, ainda no ano de 2013, portanto o primeiro do seu pontificado, Francisco se aventurou no universo das entrevistas com Scalfari e o resultado foi confusão espalhada por todos os lados. Acontece que, depois de confirmado o estrago, o porta-voz da Santa Sé, o oficioso Frederico Lombardi, anunciava que a entrevista se deu não através da reprodução de relatos precisos do Papa, mas com texto livre publicado de memória de Scalfari. Alguns dias depois o próprio Scalfari afirmava que ele podia ter, digamos, colocado algumas palavras na boca do Papa...
A primeira entrevista foi ruim e foi um erro. A credibilidade de Scalfari saiu ligeiramente prejudicada, sobretudo por ser um jornalista veterano. Francisco, contudo, resolveu conceder outra entrevista a Scalfari, que foi publicada hoje. E se a primeira deixou todo mundo confuso, esta nos deixa perplexos.
Na nova entrevista - que na minha opinião é infinitamente mais danosa à Igreja que a primeira - Francisco teria afirmado que:
Muito dos meus colaboradores que trabalham comigo me afirmaram com dados confiáveis e afirmaram que a pedofilia dentro da Igreja é de um nível de 2%. Este dado deveria me tranquilizar, mas devo dizer que não me tranquiliza. Afirmo que é gravíssimo. 2% dos pedófilos são sacerdotes e até bispos e cardeais. E outros, mais numerosos, sabem, mas guardam segredo, punem sem dizer o motivo. E penso que essa situação é intolerável e pretendo lidar com a seriedade que ela demanda.
2% do clero é composto por pedófilos, ou seja, se a sua diocese tiver 100 padres, pelo menos dois deles são pedófilos. Reze para estar na paróquia certa!
A gravidade de tal afirmação é sem precedentes, como tudo neste pontificado. Afirmar num jornal, sobretudo num jornal comandado por um ateísta muito criativo, que 2% do clero é composto por pedófilos é colocar em contestação todos os padres do mundo, abalando a confiança que se tem no clero. Como um paroquiano poderá olhar para o seu sacerdote depois do Papa lhe dizer que ele pode ou não ser um dos 2%?
E, imediatamente, Pe. Lombardi afirmou:
Entretanto, como aconteceu numa situação anterior e similar, é importante notar que as palavras que o Sr. Scalfari atribui ao Papa, entre "aspas", vem da memória do próprio joranlista sobre o que o Papa disse e não são uma transcrição exata de uma gravação, nem uma revisão de tal transcrição pelo próprio Papa a quem se atribui as palavras.Em nenhum momento, entretanto, Pe Lombardi nega ou desmente, apenas joga com uma certa imprecisão ou informalidade do texto. Lamentável, sobretudo pelo peso das declarações.
Como o esclarecimento de Pe. Lombardi não nega, nem desmente, muito menos corrige, podemos assumir que a afirmação, em essência, é verdadeira. 2% dos padres são pedófilos, inclua-se bispos e cardeais. Os outros 98% ou são inocentes ou são cúmplices, você escolhe. Como não se desesperar com isso?
Admitamos que o número seja correto e 2% do clero realmente esteja envolvido nesse crime horrível. Como tratar o problema? Certamente não através de entrevistas em jornais... Este Papa demonstra uma total - TOTAL - incompetência gerencial.
A punição seria mais fácil se esses 2% estivessem ligados direta ou indiretamente com um "cripto-lefebvrismo". Creio que a punição lhes cairia como um raio, com força devastadora.
O problema da pedofilia no clero existe e ninguém nega. É um problema que precisa ser resolvido na base, com boa formação dos seminaristas. É visível que muitos desses seminaristas de hoje são afeminados demais para o sacerdócio. E pelo que tenho visto - e vi muito - de seminaristas, posso dizer que esses 2% se tornarão 10% em alguns anos.
De qualquer forma é preciso registrar a perplexidade com a entrevista. Francisco tem um dom natural para escolher amigos entre os mais ferozes inimigos da Igreja, sem, é claro, convertê-los. Se na doutrina, por força do cargo e em situações muito específicas, ele é infalível, em todo o resto vem demonstrando não só falibilidade aguda, mas reincidente.
Rezemos!
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Felipe Berríos, um jesuíta que aceita o casamento gay e tolera o aborto. Em plena comunhão!
Nada de preâmbulo doutrinário, nada de intervenção ou de censura. Felipe Berríos, sacerdote membro da mesma congregação do Papa Francisco, não será molestado pelo Vaticano. Pouco importam as suas opiniões contrárias ao magistério e às Sagradas Escrituras. Ele está em plena comunhão, sente com a Igreja...
***
Uma das primeiras medidas que Michele Bachellet adotou depois da sua volta ao cargo de presidente da república foi fazer avançar sobre os cidadãos chilenos uma lei pró-aborto. Os bispos do Chile lutam desesperadamente - diferente dos seus pares brasileiros - para impedir a aprovação da lei.
Bachellet foi eleita com um percentual apertado e com um alto índice de abstenção do eleitorado chileno.
(InfoCatólica | Tradução blogonicus) - Numa entrevista no programa El Informante da TVN, Berríos afirmou que "Qual é o problema do matrimônio homossexual? Os homossexuais são filhos de Deus. Ele os criou homossexuais e lésbicas e Deus está orgulhoso do que são". "O problema está em nós, que não compreendemos. Não [está] neles", acrescentou.
Estas declarações contrastam abertamente com a doutrina da Igreja Católica que se manifesta contrária a legislar as relações entre pessoas do mesmo sexo, assegurando que isto "debilita" a família tradicional.
Aborto. Respeito aos que opinam de forma diferente
Em relação ao aborto, Berríos afirmou que "o mesmo respeito que tenho pela vida como um dom de Deus me faz respeitar as opiniões diferentes"
"Minha experiência de Deus é a vida que me deu e para mim a vida é um dom de Deus intocável desde o momento da gestação até a morte natural", assinalou.
"O que está no fundo é que nos damos conta que aqui se joga a definir quando um ser humano se considera pessoa. Se a grande maioria discute no parlamento e aceita no futuro uma lei de aborto, eu vou aceitar, mas para mim será imoral de acordo com que penso. Mas não posso impor essa maneira de pensar" comentou Berríos.
O religioso afirmou que "a presidente disso algo muito interessante: que a sociedade chilena está madura o suficiente para conversar sobre os temas e que não há alguém que decida por ela. Isso me parece claro"
***
Uma das primeiras medidas que Michele Bachellet adotou depois da sua volta ao cargo de presidente da república foi fazer avançar sobre os cidadãos chilenos uma lei pró-aborto. Os bispos do Chile lutam desesperadamente - diferente dos seus pares brasileiros - para impedir a aprovação da lei.
Bachellet foi eleita com um percentual apertado e com um alto índice de abstenção do eleitorado chileno.
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Arcebispo de La Plata contra a profanação na Catedral. Agora ELE é o criminoso!
O coletivo gayzista, apoiado sobre as falácias do politicamente correto, tem uma patológica tendência de inversão de valores e posição. É uma sociedade corrompida, substituindo os valores por pseudo-valores, transformando o vício em virtude.
Recentemente na cidade argentina de La Plata, uma cantora peruana gravou um vídeo junto com um travesti dentro da catedral, onde "as duas" simulavam uma confissão, entoavam o pai nosso e mostravam imagens da Eucaristia em meio a líricas impublicáveis. A ideia do vídeo era promover - preparem-se - um boliche gay. Nada mais normal do que profanar um templo religioso para promover ideias e valores que são contrários à religião em questão. Nada mais natural...
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| A dupla de profanadoras. |
Durante o ato de desagravo presidido pelo arcebispo Hector Aguer, o arcebispo afirmou que a homossexualidade é uma abominação agora amparada pela lei (do país). Palavras duras, sem dúvida, mas não menos verdadeiras. Entretanto foi o que bastou para a gaystapo acionar seu mais fiel cão de caça - a mídia.
Uma associação nacional de gays, lésbicas e afins afirmou que pedirá ao Vaticano uma "sanção exemplar" ao arcebispo. "Não vamos permitir que de um espaço institucional da Igreja Católica continue denegrindo as lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros e ainda por cima nestes termos que retrocedem às piores épocas de negação dos direitos dos nossos coletivos", afirmou o presidente da FALGBT (Federación Argentina de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans), Esteban Paulón.
A situação absurda é a de total impunidade da comunidade gay. O movimento gayzista vem conseguindo colocar o homossexual como um cidadão de uma casta superior aos demais mortais, sobretudo aos religiosos. Eles podem profanar espaços e símbolos religiosos na certeza da tolerância. Quem não se lembra da marcha do orgulho gay em São Paulo onde imagens de santos foram colocadas em situações homoerotizantes? E o que foi feito? Quem foi punido por um crime inclusive previsto na legislação? Ninguém...
Esteban Paulón tem certeza da colaboração do Vaticano em punir o arcebispo de La Plata. Nunca antes na história da Igreja o Vaticano foi cogitado como aliado da comunidade gay. Nem nas mentes mais progressistas circulou o pensamento de um líder gay recorrer ao Vaticano para punir um arcebispo. Dias sombrio vivemos, sob os efeitos nefastos do "Quem sou eu para julgar!?".
Dom Aguer já circulou na imprensa como um nome a ser removido por integrar o microcosmo dos bispos conservadores argentinos. Ele está na mira do Papa e é possível que a comunidade GLBT tenha isso em atenção. Se a pressão na mídia for grande, ele cairá.
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Demorou! Dom Rogelio Livieres sendo atacado com força.
Pedimos ao leitor que leia dois textos que publicamos antes sobre a diocese de Ciudad del Este (Paraguai):
A Máfia Argentina do Cardeal Bergoglio
Campanha contra Dom Livieres Continua. Vaticano intervém
Sem a leitura prévia fica impossível compreender plenamente o que iremos escrever a seguir.
A diocese de Ciudad del Este vem enfrentando acusações, sobretudo do arcebispo de Assunção, Dom Pastor Cuquejo, pela suposta proteção dada pela diocese a um padre argentino acusado de molestar seminaristas e jovens.
Pe. Carlos Urrutigoity, de origem argentina, chegou à diocese de Ciudad del Este depois de passar vários anos nos EUA, na diocese de Scranton, estado da Pensilvânia. Segundo informa o site americano NBC News:
Pe. Urrutigoity nega ter molestado qualquer jovem. Entretanto as acusações são muitas e em diversos lugares. Um deles, ironicamente, foi o Seminário da Fraternidade São Pio X na Argentina, frequentado por Pe. Urrutigoity e do qual ele foi expulso. Depois de ser encaminhado para o seminário da FSSPX nos EUA para uma nova chance, Bispo Bernard Fellay já em 1999 escreveu ao bispo de Scranton alertando sobre o comportamento homossexual do futuro padre. "Nossa conclusão é que há um padrão perigoso no Pe. Urrutigoity e sentimo-nos obrigados a revelar isso a você ", afirmava a carta do bispo da FSSPX ao bispo diocesano de Scraton, segundo o site NBC.
O aviso de Mons. Fellay foi ignorado e o padre continuou atuando na diocese até ser levado à corte local com acusações de pedofilia.
Pe. Urrutigoity foi acusado formalmente de fornecer cigarros e bebidas a menores durante encontros religiosos, de dividir a cama com seminaristas e de ter "tocado de forma inapropriada" outros dois jovens.
Depois de várias acusações de abusos, Pe. Urrutigoity foi encaminhado pela diocese de Scraton para uma instituição mental no Canadá para avaliação psicológica que foi seguida de uma remoção completa do ministério sacerdotal naquela diocese. Segundo NBC News Pe. Urrutigoity teria admitido aos especialistas os abusos na época.
Pe. Urrutigoity desaparece dos EUA enquanto o processo civil se inicia (2002) e só reaparece publicamente em 2008 já diocese de Ciudad del Este. Na diocese o padre foi acusado de ser uma figura causadora de divisões e denunciado por 12 sacerdotes e alguns leigos. Dom Rogelio tomou a defesa inequívoca do sacerdote.
Agora Dom Rogelio informa que foi a própria Santa Sé que pediu, em 2008, ao bispo que incardinasse Pe. Urrutigoity porque não sabiam o que fazer com ele.
Temos os fatos. O que pensar?
Pe. Urrutigoity, como se pode ver, está ligado à missa tridentina e ao catolicismo tradicional. Digo isso porque ele tentou ser ordenado na FSSPX e, não logrando o sacramento, passou por dioceses onde poderia exercer um ministério aparentemente tradicional. Scranton é uma diocese americana conservadora, o mesmo podemos dizer de Ciudad del Este. Na diocese americana, já em 2002, ele fundou uma associação conservadora. Pe. Urrutigoity celebra a missa tradicional no Paraguai.
Com toda a vênia possível ao bispo de Ciudad del Este, é para mim inadmissível que um padre com um histórico tão cheio de acusações seja admitido ao ministério púbico numa diocese. Sim, Ciudad del Este é um exemplo na formação sacerdotal, tem vocações inúmeras, mas tudo isso pode ser perdido com a presença de Pe. Urrutigoity.
O padre pode ser inocente? Sim! Mas sejamos honestos, as chances de uma inocência são mínimas e acreditar que tudo não passa unicamente de uma postura de ataque contra a Igreja é de uma inocência pueril. Nesse caso específico acho que Dom Rogelio foi muito descuidado, mas a fachada tradicional do padre pode ter contribuído para isso.
A mídia já esta se movimentando. Era o que faltava - algo concreto - para iniciar a derrocada de um dos bispos mais bem sucedidos da América do Sul. Dom Rogelio revitalizou a diocese de CdE, trouxe uma quantidade nunca antes vista de seminaristas e ordenados na história recente da América do Sul. Tudo isso está no fio da navalha...
Se há um ramo que não foi infectado pela peste dos padres pederastas é o catolicismo tradicional. Digo Tradicional, o que exclui os Legionários... Desde que retomei minha caminhada na Igreja - por volta de 2005 - este é o primeiro caso de um padre próximo ao movimento tradicional que se envolve em acusações de pedofilia. Vocês, que acompanham este blog, sabem o tamanho do estrago que isso pode causar ao já convalescente movimento tradicional?
Mas Pe. Urrutigoity não era um tradicionalista de fato, mas a mídia não está interessada nisso. O missal e as rendas, o incenso e o latim, podem ter servido como um disfarce para Urrutigoity.
O que virá por ai? Uma "visita fraterna" de algum bispo liberal à diocese? Talvez. Uma remoção de Dom Rogelio para o Vaticano? Quem sabe. A total destruição do seu nome e o fechamento do seminário de São José? É possível. Afinal este era o objetivo de um cardeal já faz algum tempo... agora ele veste branco e tem o poder de decisão.
O ministério de Dom Rogelio é impecável. Contudo, ele pode ter que pagar pelo pecado alheio. Rezemos por ele e principalmente pelo Pe. Urrutigoity - se inocente, rezemos para que seja provada, se culpado, rezemos pela misericórdia de Deus!
****
ANEXO
A Máfia Argentina do Cardeal Bergoglio
Campanha contra Dom Livieres Continua. Vaticano intervém
Sem a leitura prévia fica impossível compreender plenamente o que iremos escrever a seguir.
A diocese de Ciudad del Este vem enfrentando acusações, sobretudo do arcebispo de Assunção, Dom Pastor Cuquejo, pela suposta proteção dada pela diocese a um padre argentino acusado de molestar seminaristas e jovens.
![]() |
| Pe. Urrutigoity, com o microfone. |
Pe. Carlos Urrutigoity, de origem argentina, chegou à diocese de Ciudad del Este depois de passar vários anos nos EUA, na diocese de Scranton, estado da Pensilvânia. Segundo informa o site americano NBC News:
Ele passou duas décadas voando de diocese em diocese, sempre um passo à frente das autoridades legais e da igreja, antes de aterrar neste canto remoto e sem lei da América do Sul. Aqui, na selva cheia de pirataria perto as Cataratas do Iguaçu, ele passou a uma posição de poder [é o Moderaador da Cúria, NdT].
Hoje, apesar das advertências do bispo de Scranton, Pensilvânia, onde em 2002 Urrutigoity foi acusado de abusar sexualmente de um adolescente e de dormir e tocar outros jovens, este sacerdote comanda um quadro de jovens seminaristas sonhadores.O site afirma que, mesmo com um currículo duvidoso, tendo inclusive sido acusado de construir um "culto homossexual", Pe. Urrutigoity conseguiu cair nas graças da diocese a ponto de comandar um "Curso de Cultura Católica" para jovens de 17 anos na forma de camping.
Pe. Urrutigoity nega ter molestado qualquer jovem. Entretanto as acusações são muitas e em diversos lugares. Um deles, ironicamente, foi o Seminário da Fraternidade São Pio X na Argentina, frequentado por Pe. Urrutigoity e do qual ele foi expulso. Depois de ser encaminhado para o seminário da FSSPX nos EUA para uma nova chance, Bispo Bernard Fellay já em 1999 escreveu ao bispo de Scranton alertando sobre o comportamento homossexual do futuro padre. "Nossa conclusão é que há um padrão perigoso no Pe. Urrutigoity e sentimo-nos obrigados a revelar isso a você ", afirmava a carta do bispo da FSSPX ao bispo diocesano de Scraton, segundo o site NBC.
O aviso de Mons. Fellay foi ignorado e o padre continuou atuando na diocese até ser levado à corte local com acusações de pedofilia.
Pe. Urrutigoity foi acusado formalmente de fornecer cigarros e bebidas a menores durante encontros religiosos, de dividir a cama com seminaristas e de ter "tocado de forma inapropriada" outros dois jovens.
Depois de várias acusações de abusos, Pe. Urrutigoity foi encaminhado pela diocese de Scraton para uma instituição mental no Canadá para avaliação psicológica que foi seguida de uma remoção completa do ministério sacerdotal naquela diocese. Segundo NBC News Pe. Urrutigoity teria admitido aos especialistas os abusos na época.
Pe. Urrutigoity desaparece dos EUA enquanto o processo civil se inicia (2002) e só reaparece publicamente em 2008 já diocese de Ciudad del Este. Na diocese o padre foi acusado de ser uma figura causadora de divisões e denunciado por 12 sacerdotes e alguns leigos. Dom Rogelio tomou a defesa inequívoca do sacerdote.
Agora Dom Rogelio informa que foi a própria Santa Sé que pediu, em 2008, ao bispo que incardinasse Pe. Urrutigoity porque não sabiam o que fazer com ele.
Temos os fatos. O que pensar?
Pe. Urrutigoity, como se pode ver, está ligado à missa tridentina e ao catolicismo tradicional. Digo isso porque ele tentou ser ordenado na FSSPX e, não logrando o sacramento, passou por dioceses onde poderia exercer um ministério aparentemente tradicional. Scranton é uma diocese americana conservadora, o mesmo podemos dizer de Ciudad del Este. Na diocese americana, já em 2002, ele fundou uma associação conservadora. Pe. Urrutigoity celebra a missa tradicional no Paraguai.
Com toda a vênia possível ao bispo de Ciudad del Este, é para mim inadmissível que um padre com um histórico tão cheio de acusações seja admitido ao ministério púbico numa diocese. Sim, Ciudad del Este é um exemplo na formação sacerdotal, tem vocações inúmeras, mas tudo isso pode ser perdido com a presença de Pe. Urrutigoity.
O padre pode ser inocente? Sim! Mas sejamos honestos, as chances de uma inocência são mínimas e acreditar que tudo não passa unicamente de uma postura de ataque contra a Igreja é de uma inocência pueril. Nesse caso específico acho que Dom Rogelio foi muito descuidado, mas a fachada tradicional do padre pode ter contribuído para isso.
A mídia já esta se movimentando. Era o que faltava - algo concreto - para iniciar a derrocada de um dos bispos mais bem sucedidos da América do Sul. Dom Rogelio revitalizou a diocese de CdE, trouxe uma quantidade nunca antes vista de seminaristas e ordenados na história recente da América do Sul. Tudo isso está no fio da navalha...
Se há um ramo que não foi infectado pela peste dos padres pederastas é o catolicismo tradicional. Digo Tradicional, o que exclui os Legionários... Desde que retomei minha caminhada na Igreja - por volta de 2005 - este é o primeiro caso de um padre próximo ao movimento tradicional que se envolve em acusações de pedofilia. Vocês, que acompanham este blog, sabem o tamanho do estrago que isso pode causar ao já convalescente movimento tradicional?
Mas Pe. Urrutigoity não era um tradicionalista de fato, mas a mídia não está interessada nisso. O missal e as rendas, o incenso e o latim, podem ter servido como um disfarce para Urrutigoity.
O que virá por ai? Uma "visita fraterna" de algum bispo liberal à diocese? Talvez. Uma remoção de Dom Rogelio para o Vaticano? Quem sabe. A total destruição do seu nome e o fechamento do seminário de São José? É possível. Afinal este era o objetivo de um cardeal já faz algum tempo... agora ele veste branco e tem o poder de decisão.
O ministério de Dom Rogelio é impecável. Contudo, ele pode ter que pagar pelo pecado alheio. Rezemos por ele e principalmente pelo Pe. Urrutigoity - se inocente, rezemos para que seja provada, se culpado, rezemos pela misericórdia de Deus!
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ANEXO
Comunicado de la Diócesis de Ciudad del Este
La Iglesia Diocesana es nuevamente víctima de fuertes ataques por parte de los medios de prensa. Este martes 3 de junio han reaparecido cuestiones ya resueltas en el pasado por la misma Santa Sede y por los organismos judiciales competentes. Todas las documentaciones aclaratorias se encuentran en nuestro medio oficial.El ataque surge específicamente del diario ABC Color, tema amplificado por los periódicos regionales Vanguardia, Tnpress y La Jornada. El primer medio revivió viejas publicaciones contra la Iglesia Diocesana, así como ya lo hizo anteriormente, desprestigiando vilmente a la Iglesia y sus representantes.Dejamos claro a la ciudadanía en general:1. Elataque de los mencionados medios de prensa se dirige a la Iglesia Católica como institución fundada por el mismo Jesucristo y cuya cabeza ahora es el Papa Francisco.2. La Santa Sede, después de cumplir con todos los requerimientos canónicos, había pedido a la Iglesia Diocesana de Ciudad del Este la incardinación del Pbro. Carlos Urrutigoity, muestra de la total trasparencia con la que actuó Mons. Rogelio Livieres.3. Condenamos como alevosas las reiteradas publicaciones del Diario ABC Color y las declaraciones de Mons. Pastor Cuquejo Verga, Arzobispo de la Arquidiócesis de Asunción.4. Le pedimos al tanto al Director del Diario ABC Color como al Arzobispo de Asunción, una retractación pública a fin de rectificar la imagen de la Iglesia que hoy por hoy está siendo nuevamente manchada.Las intenciones de los que atacan a la Iglesia
Lo que se busca en realidad es frenar el florecimiento pastoral y vocacional de la Diócesis de Ciudad del Este, florecimiento este que no tiene igual en ningún otro punto del país y menos aún en el exterior.Hablamos de más de 60 ordenados, más de 200 seminaristas, y otras tantas vocaciones religiosas solo en Alto Paraná y Canindeyú. El punto de ataque más allá de todo es el Seminario Mayor San José, el Menor San Andrés, y los varios Institutos y Centros de Formación con que cuenta la Diócesis actualmente y que están repletos de vocaciones. Todas estas obras bendecidas por el actual Papa Francisco.También son atacadas las obras pastorales y sociales de la Diócesis. La atención a los jóvenes con sus Cursos y Congresos Formativos, la atención a las comunidades de Retiro con sus miles de integrantes, los grupos y movimientos que activan fervorosamente.En fin, todo bautizado y miembro vivo de la Iglesia está siendo agredido con viles mentiras que no nos sorprenden, pero ante las cuales no quedaremos en silencio, nuestra respuesta es y será trabajar con mayor ahínco en todos y cada uno de los sectores pastorales, parroquias y capillas de nuestra Iglesia local.Pedimos a la ciudadanía a acudir a las fuentes fidedignas para conocer la verdad sobre éste y cualquier tema que pueda surgir, para no dejarse llevar por las publicaciones malintencionadas que se ventilan en los medios politizados de la prensa secular, en especial de ABC Color y sus corresponsalías locales e internacionales “sensacionalistas y amarillistas".Las fuentes replicadas por este medio son los mismos acusadores de siempre, con algunos tentáculos más: Javier Miranda, quien se encuentra eludiendo un juzgamiento por difamación y calumnia, y periodistas sensacionalistas locales y extranjeros que buscan portadas a cualquier precio.Los católicos estamos llamados a defender a la Santa Madre Iglesia y a sus representantes.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Deputado Jean Willys um fruto da Teologia da Libertação?
Numa curta matéria da jornalista Mariana Paiva, do A Tarde, podemos ler:
Na infância pobre em Alagoinhas, onde nasceu, Jean começou a mudar quando se tornou coroinha da paróquia adepta da Teologia da Libertação. "A igreja me deu a consciência das injustiças que eu era vitima. A vida me colocou na posição de lutar contra isso. Fico muito feliz de viver esses tempos, são tempos bons, tempos ruins".
Então quando dizemos - e dizemos muito - que a Teologia da Libertação e todo aquele conjunto que esta traz consigo não dão frutos estamos nos equivocando! A TL rende frutos sim! O deputado é um deles.
O deputado, que é do PSOL e só subiu para a Câmara dos deputados graças ao infame coeficiente eleitoral e lá representa um povo que não o elegeu, "defende pautas como os direitos humanos da comunidade LGBTT e a descriminalização da maconha".
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
Secretário da CNBB diz que uniões entre pessoas do mesmo sexo precisam de amparo legal
(O Globo) RIO - Desde que assumiu a liderança da Igreja Católica, o Papa Francisco vem tocando no assunto com cautela, mas tem assinalado uma disposição da instituição em aceitar os fiéis gays. Em um movimento inédito de abertura, o Pontífice disse, logo após sua passagem pelo Brasil, em julho do ano passado, que os homossexuais não devem ser marginalizados: “Se uma pessoa é gay e busca a Deus, quem sou eu para julgá-la?”. Em entrevista ao GLOBO, o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, reitera a afirmação do Papa: “pessoas do mesmo sexo que decidiram viver juntas necessitam de um amparo legal na sociedade”.
A declaração pode ser interpretada como uma mudança de tom da CNBB. Há cerca de um ano, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma resolução determinando que os cartórios brasileiros deveriam celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, a CNBB se posicionou contra a medida, que vinha a reboque de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011.
O GLOBO: Recentemente, o Papa Francisco disse: “Quem sou eu para julgar um homossexual que procura Deus?”. Hoje, a Igreja Católica está aberta a aceitar seus fiéis homossexuais?
Dom Leonardo Steiner: Pode-se dizer que o Papa faz eco ao que o Catecismo da Igreja Católica diz a respeito das pessoas homossexuais: “Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta”. Entende-se que acolher com respeito, compaixão e delicadeza significa caminhar e estar junto da pessoa homossexual e ajudá-la a compreender, aprofundar e orientar a sua condição de filho, filha de Deus.
É importante que a Igreja Católica não marginalize os homossexuais?
A acolhida e o caminhar juntos são necessários, para se refletir sobre o que condiz ou não com a realidade vivida pelas pessoas homossexuais, e o que, de fato, lhes é de direito, para o seu próprio bem e o da sociedade.
O Papa também quer estudar as uniões homossexuais para entender por que alguns países optaram por sua legalização. Isso representa o início de um diálogo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
É importante compreender as uniões de pessoas do mesmo sexo. Não é um interesse qualquer quando se trata de pessoas. É necessário dialogar sobre os direitos da vida comum entre pessoas do mesmo sexo, que decidiram viver juntas. Elas necessitam de um amparo legal na sociedade.
A CNBB, porém, se declarou contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça que determinou que os cartórios devem celebrar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por quê?
Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução do CNJ interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011. Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. A dificuldade está em decidir que as uniões de pessoas do mesmo sexo sejam equiparadas ao casamento ou à família. A afirmação mais forte em relação à decisão do Conselho nacional de Justiça foi de que tal decisão não diz respeito ao Poder Judiciário, mas, sim, ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis, após aprofundado debate; o que não existiu.
A Igreja deve passar por mudanças para se adaptar aos novos tempos?
A Igreja muda sempre; está em mudança. Ela não é a mesma através dos tempos. Tendo como força iluminadora de sua ação o Evangelho, a Igreja busca respostas para o tempo presente. Assim como todas as pessoas, a Igreja sempre procura ler os sinais dos tempos, para ver o que se deve ou não mudar. A verdades da fé não mudam.
A declaração pode ser interpretada como uma mudança de tom da CNBB. Há cerca de um ano, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma resolução determinando que os cartórios brasileiros deveriam celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, a CNBB se posicionou contra a medida, que vinha a reboque de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011.
O GLOBO: Recentemente, o Papa Francisco disse: “Quem sou eu para julgar um homossexual que procura Deus?”. Hoje, a Igreja Católica está aberta a aceitar seus fiéis homossexuais?
Dom Leonardo Steiner: Pode-se dizer que o Papa faz eco ao que o Catecismo da Igreja Católica diz a respeito das pessoas homossexuais: “Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta”. Entende-se que acolher com respeito, compaixão e delicadeza significa caminhar e estar junto da pessoa homossexual e ajudá-la a compreender, aprofundar e orientar a sua condição de filho, filha de Deus.
É importante que a Igreja Católica não marginalize os homossexuais?
A acolhida e o caminhar juntos são necessários, para se refletir sobre o que condiz ou não com a realidade vivida pelas pessoas homossexuais, e o que, de fato, lhes é de direito, para o seu próprio bem e o da sociedade.
O Papa também quer estudar as uniões homossexuais para entender por que alguns países optaram por sua legalização. Isso representa o início de um diálogo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
É importante compreender as uniões de pessoas do mesmo sexo. Não é um interesse qualquer quando se trata de pessoas. É necessário dialogar sobre os direitos da vida comum entre pessoas do mesmo sexo, que decidiram viver juntas. Elas necessitam de um amparo legal na sociedade.
A CNBB, porém, se declarou contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça que determinou que os cartórios devem celebrar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por quê?
Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução do CNJ interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011. Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. A dificuldade está em decidir que as uniões de pessoas do mesmo sexo sejam equiparadas ao casamento ou à família. A afirmação mais forte em relação à decisão do Conselho nacional de Justiça foi de que tal decisão não diz respeito ao Poder Judiciário, mas, sim, ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis, após aprofundado debate; o que não existiu.
A Igreja deve passar por mudanças para se adaptar aos novos tempos?
A Igreja muda sempre; está em mudança. Ela não é a mesma através dos tempos. Tendo como força iluminadora de sua ação o Evangelho, a Igreja busca respostas para o tempo presente. Assim como todas as pessoas, a Igreja sempre procura ler os sinais dos tempos, para ver o que se deve ou não mudar. A verdades da fé não mudam.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Cardeal Schonborn - Nem todos que nasceram como seres masculinos se sentem como homem
O Cardeal Schonborn mostra sua felicidade pelo triunfo de uma drag queen barbada no festival Eurovision.
O Cardeal de Viena e presidente da Conferência Episcopal da Áustria, Christoph Schonborn, parabenizou a "drag queen" barbada Conchita Wurst pela sua recente vitória no festival de Eurovisión. "Fico muito feliz por Thomas Neuwirth, que teve tanto exito em sua atuação como Conchita Wurst", escreveu o cardeal na sua coluna semanal publicada hoje no jornal gratuito "Heute", um dos mais lidos da capital austríaca.
"No colorido jardim de Deus há uma variedade de cores. Nem todos aqueles que nasceram como seres masculinos se sentem como homem, e o mesmo do lado feminino. Merecem o mesmo respeito como pessoa a que todos temos direito", assegurou o cardeal.
A tolerância, o lema principal da atuação de Conchita Wurst, "é um tema real e grande", explica o cardeal de Viena.
E ser tolerante significa "respeitar o outro ainda que não compartilhe as suas convicções", assegura o líder da Igreja austríaca.
Rezo por ele (Thomas Neuwirth) para que sua vida seja abençoada", conclui o prelado.
Neuwirth, um cantor homossexual de 26 anos, causou furor em todo o mundo com a figura de Conchita Wurst ao ganhar o recente festival de Eurovision, celebrado em Copenhague, com a canção "Rise like a Phoenix"
Fonte: InfoCatólica | Tradução e grifos Blogonicus
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Papa Francisco beija a mão de sacerdote anti-clerical (sic) e gayzista
Segundo informou o site "Katholisches.info", o Papa Francisco recebeu no último dia 06 de maio os salesianos de Don Michele De Paolis.
Dom Michele, 93 anos, é fundador e presidente honorário da Comunidade de Emaús na cidade de Foggia, onde desenvolve um trabalho social ligado às pessoas pobres, seguindo "o espírito de Dom Bosco" (mais abaixo veremos que não é bem por aí...).
Dom Michele concelebrou com o Papa argentino e pregou, como mostra a imagem ao lado, a homilia na Casa Santa Marta onde, desde que assumiu o Ministério Petrino, diariamente o Papa recebe cidadãos comuns de Roma e membros do clero de diversas partes do mundo e faz homilias a toque de caixa, claramente no improviso.
Ao final da missa, numa audiência breve e informal, o Papa Francisco realiza mais um daqueles "gestos de humildade" que se tornaram um bordão gestual deste pontificado - O Papa beija a mão de dom Michele De Paolis.
"Hoje a atitude da Igreja em relação aos homossexuais é estreita, desumana e tem causado muito sofrimento ao afirmar que a homossexualidade é um pecado. Algumas pessoas na Igreja dizem 'É aceitável ser gay, mas eles não devem ter relacionamento, eles não podem amar uns aos outros'! É a hipocrisia máxima. É como dizer a uma planta que ela pode florescer, não pode dar frutos! Isso sim é contrário à natureza!" - Don Michele De Paolis
"Aqueles que desejam transformá-los em 'heterossexuais', por assim dizer, estarão forçando-os a agir contra a sua natureza e tornando-os psicopatas infelizes. Precisamos colocar em nossas cabeças que Deus nosso pai quer que nós, Suas crianças, sejamos felizes e frutifiquemos os dons que Ele colocou em nossa natureza! (...) Vocês tem o direito de procurar um parceiro. E não se preocupem: onde existe o ágape, existe Deus. Vivam a sua vida com alegria. E com a nossa mãe Igreja precisamos ter paciência. A sua atitude [da Igreja] com os homossexuais mudará. Neste sentido, inúmeras iniciativas já foram empenhadas". Trecho de um artigo de Don Michele para um grupo LGBT de Lecce.
Para Don Michele, portanto, a homossexualidade não só não é contrária à natureza, mas na verdade faz parte da natureza, sendo um dom que Deus colocaria, de acordo com a teologia invertida de Don Michele, na alma de algumas pessoas!
O padre salesiano é conhecido na Itália por suas várias críticas à Igreja sobre moral e doutrina. Padre Michele apoia a ordenação de mulheres, o casamento gay, o fim do celibato e todo o cânon da crítica moderna feito à Igreja.
Segundo informa o próprio sacerdote em sua conta de Facebook, ele solicitou ao Papa um encontro com os filhos salesianos de Emaús - comandados por Don Michele - e o sucessor de Pedro, ao que Francisco teria respondido: tudo é possível. Converse com o cardeal Maradiaga e ele preparará tudo.
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sábado, 12 de abril de 2014
O Francisco Uruguaio. Novo Arcebispo de Montevidéu é elogiado pela comunidade Gay
O Uruguai está experimentando seu próprio 13 de março desde a posse do novo arcebispo de Montevidéu, Mons. Daniel Sturla.
Mons. Sturla, até então o bispo auxiliar da arquidiocese, foi eleito em fevereiro deste ano como novo arcebispo para suceder Dom Nicolás Cotugno.
A mídia uruguaia e os diversos segmentos formadores da sociedade desse país trataram de reproduzir, em escala nacional, o que foi feito em Roma imediatamente após a eleição do arcebispo de Buenos Aires como Papa; várias reportagens e programas de rádio e TV trataram de traçar uma linha ideológica clara entre o bispo emérito, seja ele o de Roma ou o Uruguaio, e o atual e humilde bispo da vez, Bergoglio ou Sturla. Iniciou-se, assim, o efeito "franciscano" também em Montevidéu.
Os dois prelados - o de Roma e o de Montevidéu - parecem ter uma inclinação forte ao microfone e às páginas de jornal, certamente muito mais por influência do primeiro sobre o segundo. Dão entrevistas valendo-se de um tom informal, quando não impreciso.
O blog SECRETUM MEU MIHI nos apresenta a recente nota da imprensa uruguaia onde mostra Mons. Sturla recebendo membros de uma associação de gays e lésbicas e - pasmem! - sendo elogiado por eles em nota oficial. Eis um trecho.
O Vigário pastoral, Javier Galdona, que também participou da reuniã, disse ao El Observador que o arcebispo pediu perdão num contexto geral de qualquer tipo de discriminação que a comunidade homossexual possa ter sentido por parte da Igreja Católica.Quem sou eu para julgar!?
O que separa os católicos conservadores ou neo-conservadores, como queira rotular, dos católicos tradicionais é, entre outras coisas, uma sensível noção ao perigo das palavras. O efeito das palavras de Francisco naquele avião de volta do Rio de Janeiro é real e concreto, além de desastroso.
Quem sou eu para julgar? soou como um toque de trombeta, reunindo em torno daquilo que poderia significar uma legião de demônios: mídia anti-católica, associações pró-aborto, a milícia do gênero. O dano causado por essas quatro palavras está além da conta e ainda para ser visto!
No Uruguai, com a posse do progressista Sturla, veremos o que se passará mais tarde em várias dioceses do país e do orbe católico como um todo. A contraposição entre o misericordioso Sturla e seu antecessor rigorista e moralista é, como já dito acima, uma reprodução nacional da visão Bergoglio e Ratzinger.
Também destaco, no trecho da matéria que reproduzi acima, o impressionante pedido de perdão do arcebispo. Sturla coloca a Igreja que representa - e jurou defender - em posição submissa às associações gayzistas. Ao dizer que "pediu perdão num contexto geral de qualquer tipo de discriminação que a comunidade homossexual possa ter sentido por parte da Igreja Católica", sobretudo no "possa ter sentido", o arcebispo endossa todo tipo de ataque que a gaystapo possa vir a realizar. A única referência aqui é o subjetivo "sentimento" dessas verdadeiras milícias anti-católicas.
Um longo calvário para a Igreja Uruguaia
Mons. Sturla tem apenas 54 anos. É um bispo jovem e inexperiente, mas considerando a linha que vem adotando e o caminho que escolheu trilhar, vemos que a Igreja nessa pequeno país viverá um grande sofrimento.
Rezemos!
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terça-feira, 1 de abril de 2014
Gayzismo na TV Aparecida. Ou "Quem sou eu para julgar?" e seus efeitos práticos
Peço aos amigos leitores que assistam a este vídeo. O programa "Em Frente" da TV Aparecida - até onde se sabe é um canal católico - se propõe a responder questões enviadas pelos telespectadores. Questões de fé, moral, sentimental, etc., tudo isso passa pelas mãos dos três apresentadores, um padre em manga de camisa e dois leigos.
Nunca gostei do programa e confesso que não o assistia há algum tempo, para não dizer anos. Não sei em que horário é transmitido, mas isso não vem ao caso porque vários vídeos estão disponíveis no Youtube.
Nunca pensei no que pastoral significava até a eleição de Francisco. Neste vídeo, como vocês podem ver, a "pastoral" toma forma. Aquela palavra amórfica e com pouco significado prático vem com força assumindo feições que nos assustam. Seria essa a intenção do Papa? Pouco importa na prática, porque os katólicos estão interessados em dar a esse novo bezerro de ouro - a Pastoral - as suas próprias feições e dançam em torno dele.
Focando no assunto da pergunta, certamente que um homossexual não pode ser privado da comunhão se - e somente SE - vive uma vida de castidade de acordo com a doutrina católica. Sem dúvida que, na vivência pastoral, verificar tal condição de observância é praticamente impossível e o sacerdote deve confiar, na medida do possível, no comungante. Para isso as admoestações pré-comunhão são muito bem-vindas, uma vez que, ecoando ao apóstolo São Paulo, alertam para o perigo do sacrilégio daqueles que comungam em pecado mortal ou sem a reta intenção.
É possível que o sacerdote tenha se expressado de forma incompleta ou, pela simplicidade da pergunta, não tenhamos alcançado todo o contexto. Interpretarei as ações do pároco da consulente da melhor maneira possível, como pede a caridade.
Algo bem distinto fazem os apresentadores do programa que, numa tentativa repleta de incorreções pastorais, vilipendiam a doutrina, chegando ao cúmulo de se afirmar (transcrevo) "se você quer ensinar para as pessoas o que a Igreja pensa sobre a prática da vivência da homossexualidade, você como padre pode responder, se ninguém perguntar você nem deveria falar porque senão é desnecessário".
Do ponto de vista meramente didático isso provocaria risos em qualquer estudante mediano de pedagogia. "Se ninguém perguntar você nem deveria falar"? Que magistério é esse que não ensina, que se cala frente à ignorância? Que prática pastoral é essa que não pastoreia?
E o teólogo continua:
(...) na hora da comunhão é um erro gravíssimo [referindo-se as admoestações do sacerdote] porque a própria liturgia da Igreja diz: felizes os convidados para a Ceia do Senhor [tradução brasileira do Ecce Agnus Dei, com fidelidade absoluta ao latim], não é para dizer outra coisa além do que a própria Igreja na liturgia diz. E ofender a consciência das pessoas é um pecado mais grave do qualquer outro.
Ora! Eu mesmo subscreveria a zelosa observação do "teólogo" Rodolfo! Sim, não devemos acrescentar uma vírgula ao rito romano. O estranho é que o próprio "felizes os convidados para a Ceia do Senhor" é um acréscimo criminoso ao missal romano.
O vídeo não requer maiores comentários. É todo ele uma obra nojenta - usemos sim essa palavra - de falsa piedade, falso amor ao próximo, falsa doutrina e falsa pastoral.
Aos 10 minutos o padre "apresentador" já chegar a ameaçar, em consonância com a pastoral política gayzista, o padre em questão de crime civil! E a apresentadora leiga incita indiretamente aos telespectadores a processarem seus padres! Num canal católico!
Peço apenas aos leitores, se possível, que comentem e negativem o vídeo. É preciso dar mostras, ainda que pequenas, de desaprovação. Aos amigos blogueiros, peço que comentem com mais profundidade sobre o assunto em seus respectivos blogs (podem me mandar o link que publico aqui), porque me falta ânimo para tal. A desolação dos padres pastorais é tamanha que me falta estômago para encarar uma postagem mais longa.
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Bispo americano proíbe oração pelo casamento gay na Catedral
[Sun-Times] O líder da Igreja Católica de Springfield se manifestou nesta terça-feria para sabotar um protesto silencioso pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo, planejado para acontecer na catedral, afirmando que o plano [dos manifestantes] de rezar o rosário pela igualdade no casamento é "blasfemo".
Os partidários da Bill 10 [equivalente a um projeto de lei que tramita no senado estadual que prevê o "casamento" gay] planejam participar da missa na Catedral da Imaculada Conceição como parte de "uma clamorosa presença católica pela igualdade do matrimônio", como descrevem os organizadores, que irá comportar um dia inteiro de manifestações favoráveis à legislação.
O bispo Thomas Paprocki, cabeça da diocese de Springfield, afirmou que qualquer um usando uma faixa com as cores do arco-íris não poderá permanecer dentro da igreja.
"É blasfêmia mostrar desrespeito ou irreverência a Deus ou a algo sagrado", Paprocki disse em um comunicado divulgado na terça-feira pela manhã. "Desde que Jesus ensinou claramente que o casamento como criado por Deus é uma instituição sagrada entre um homem e uma mulher (ver Mateus 19:4-6 e Marcos 10:6-9), rezar pelo casamento do mesmo sexo deve ser visto como blasfemo e como tal, não será permitido na catedral.
Pessoas vestindo uma faixa do arco-íris, ou que de outra forma se identificam como filiados ao Movimento Rainbow Sash [faixa arco-íris] não serão admitidos na catedral e quem se levanta para rezar pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo na catedral será convidado a se retirar ", disse Paprocki.
"É claro que a nossa catedral e paróquias estão sempre abertas para todos os que desejam se arrepender de seus pecados e pedir perdão a Deus", disse ele.
***
Em primeiro lugar, devemos reconhecer a coragem do bispo. Combater o gayzismo com força não é uma atitude vista com frequência dentro da Igreja. Parabéns a Dom Paprocki!
Destaquei o último trecho da matéria porque ele é a síntese de toda a pastoral autenticamente católica - abraçar o pecador, não o pecado.
Mas quem é ele para julgar? O bispo, é claro! O pastor do rebanho que deve ensinar, acolher e corrigir!
Um dos problemas da Igreja, hoje, é querer, de alguma forma, acolher o pecado. Essa é uma tentação moderna muito forte, com raiz numa falsa noção de compaixão e caridade.
Pensemos, por exemplo, na questão dos divorciados em segunda união. O que se quer é encontrar uma solução pastoral para essas pessoas, mas não se fala, nessa sonhada "solução", do arrependimento, muito menos na mudança de vida. Os bispos [alguns, queira Deus que não sejam todos] querem encontrar um "jeitinho" para incorporar plenamente essas pessoas à Igreja, mas esquecem-se, ou fingem esquecer, que esses casais vivem em pecado grave e não será uma canetada do papa do fim do mundo ou uma decisão no próximo Sínodo que mudará essa realidade. Corremos o risco, isso sim, de um agravamento sem precedentes na já inédita crise da Igreja se algo desse tipo for adotado, uma verdadeira "solução final" para a Igreja.
Como consequência dessa vontade de acolher o pecador e o pecado, há ainda o perigo de uma separação entre doutrina e prática pastoral. A Igreja não pode pregar contra a sodomia e celebrar missas-gays, como acontece nos EUA e Inglaterra.
O bispo de Springfield agiu de forma corretíssima. Colocou a doutrina à serviço da prática pastoral, ignorando o bom-mocismo reinante. Espero que o bispo não se torne mais uma vítima da patrulha franciscana.
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Papa Francisco EXCOMUNGA Padre Pró-Gay
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| O agora Ex-padre e Ex-católico Reynolds exibindo sua excomunhão |
(The Age) O padre dissidente Greg Reynolds foi simultaneamente afastado do ministério e excomungado pelo seu apoio à ordenação de mulheres e aos homossexuais [que não vivem em castidade e apoiam o gayzismo, NdT] - a primeira pessoa excomungada em Melbourne, acredita.
A ordem vem direto do Vaticano, não a pedido do arcebispo de Melbourne, Dom Denis Hart, e, aparentemente, segue uma denúncia secreta ao melhor estilo da Inquisição, segundo o Padre Reynolds.
O documento de excomunhão - escrito em latim e não explicitando o motivo - data de 31 de Maio, o que significa que está sob a autoridade do Papa Francisco, que ganhou as manchetes na quinta-feira conclamando por uma Igreja menos obcecada por regras.
Padre Reynolds, que renunciou ao cargo de pároco em 2011 e no ano passado fundou o grupo Inclusive Catholics, disse que esperava ser secularizados (afastada do ministério), mas não excomungado. Mas que isso não faria diferença para o seu ministério.
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sábado, 10 de agosto de 2013
Cerimoniário Pontifício ligado ao Lobby Gay
O Papa Francisco removeu do Vaticano o monsenhor Franco Camaldo, nomeando-o Cônego da Basílica de São João de Latrão. A nomeação não só o remove das funções litúrgicas que até agora desempenhava junto ao pontífice, mas encerra por completo qualquer influência que Camaldo possa ter dentro da Cúria Romana.
Em junho deste ano o Papa Francisco afirmou a existência de um lobby gay dentro das paredes do Vaticano. No mesmo mês o Papa deu um passo adiante na reorganização do banco do Vaticano (IOR) – uma das preocupações centrais do conclave que elegeu Jorge Bergoglio – nomeando mons. Battista Ricca como um dos integrantes principais para reformar e gerir o banco. A história pregressa de Mons. Ricca veio a público, com reportagem de Sandro Magister remexendo no tempo em que o monsenhor esteve a serviço da embaixada Vaticana no Uruguai e, ainda segundo Magister, manteve um relacionamento íntimo com um jovem suíço e com frequência seria visto em bares com ele e até chegou a ser espancado
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| Após o conclave de 2005. Ao fundo, com o então Mestre de Cerimônias Piero Marini |
Camaldo ainda estaria ligado à figura do padre Patrizio Poggi, laicizado pelo Vaticano e preso pela polícia italiana por pedofilia. Poggi recentemente afirmou que há um círculo de clérigos gays em Roma que procura prostituição masculina, sobretudo de jovens imigrantes do leste europeu, e até mesmo pedofilia. Afirmou que possuia nomes de monsenhores, mas a mídia não lhe deu credibilidade.
A expulsão de Camaldo não ganhou (ainda) as páginas amplas do jornais ou menção nos telejornais, mas é pouco provável que fique incólume por muito tempo.
Mons. Ricca, por enquanto, permanece no cargo tendo o próprio Papa como seu primeiro defensor. Até quando, resta esperar para ver. O que se sabe é que o lobby ou círculo gay no Vaticano não ficará imóvel frente a uma ameaça.
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